2012

Fazer parte da história é uma grande honra, mas ajudar a escrevê-la vai muito mais além, esta é a relação da Banda Raça Negra com o samba. Há 29 anos , Luiz Carlos e seus companheiros revolucionaram a música popular brasileira e transformaram as "batucadas" casuais num fenômeno, invadindo as rádios e meios de comunicação com o romantismo suingado. Agora, trazem o registro de sucessos que marcaram várias gerações, o e amigos, Som Livre, poderia até receber o titulo de cartilha do samba, por tudo o que representa.


A quem ouse dizer que não estaria onde está se não fosse pelo Raça Negra, e está declaração foi feita por um dos artistas mais completos do Brasil, o mineirinho Alexandre Pires. Belo foi sucinto em sua definição "Meu espelho, minha inspiração", o jovem líder do Sorriso Maroto, Bruno Cardoso, não acreditou ao receber o convite para participar do projeto: "É pegadinha?"


E quem disse que as honras param por aí? "Começar minha carreira cantando com Raça Negra é inacreditável", palavras de jovem e talentosa Juliana Diniz, Léo Magalhães afirma que poderia cantar qualquer música, por conhecer o repertório de ponta a ponta. Amado Batista foi um presente para Luiz Carlos, que se declarou fã do artista. E para completar Michel Teló, a maior sensação do atualidade, declarou estar vivendo um momento mágico.


Palavras e participação de pessoas de tal importância qualificaria qualquer trabalho, acontece que estamos falando de algo muito especial. Estamos falando da Banda Raça Negra, a mesma a inspirar gerações e ser a grande responsável pelo crescimento do samba e pela conquista de espaços jamais vistos. Para se ter uma noção da dimensão destes artistas o produtor musical do DVD, Wilson Prateado comentou ser este um trabalho no qual sempre sonhou, mas jamais pensou presenciar e participar, tamanha sua admiração.


Há quem diga que Luiz Carlos, Fabinho César (pandeiro e violão), Fena (surdo), Fernando (tantan), Fininho (bateria), Irupê (Sax e flauta) estão retomando a carreira com o Raça Negra, mas há quem saiba que eles nunca pararam, ao contrário, mantêm uma média de 18 shows no mês e viajam todo o Brasil. Tem um público renovado de forma automática, é impressionante a quantidade de crianças e adolescentes conhecedores do repertório da banda.


Raça Negra e amigos é, acima de tudo, a realização de um sonho de quem inspirou vários outros sonhos. Luiz Carlos queria dar ao seu público um DVD digno de sua história, e conseguiu! Juntou filhos de sangue; Juliana e Raffa, filhos do coração como Belo e Alexandre Pires, frutos de sua música Bruno Cardoso (Sorriso Maroto) , fruto de seu carisma Léo Magalhães, fruto de seu respeito como Amado Batista e novas sementes deste universo da musica: Juliana Diniz e Michel Teló.


A produção e dedicação de seu escritório, Coração Produções e seus empresários Allan Caramaschi, com quem tem relação de irmão e com Eliseu Caramaschi, tido como um pai, foram fundamentais para reunir profissionais de ponta e escrever mais uma página na MPB, sim Música Popular Brasileira, aquela que o povo gosta!


São 26 faixas para contar o que canta o Raça Negra, com medleys e faixas inéditas. Como diz o próprio Luiz Carlos, "quando se grava um trabalho de sucesso é importante mostrar coisas novas", e assim o fez.



RAÇA NEGRA E AMIGOS
Gravado em janeiro/2012 em Goiânia
Direção Musical: Wilson Prateado
Direção Artística: Renê Júnior
Lançamento: Som Livre




2009

Em 2009, surge então o novo trabalho da Banda Raça Negra, o cd "Boa Sorte" com músicas inéditas, assim como prometido pelo respeitoso Luiz Carlos, este lançado pela MD Music, está sendo muito bem aceito pelos fãs e pela mídia em geral.

A Banda Raça Negra hoje tem como integrante Luiz Carlos da Silva como líder, cantor e tocando violão. João Roberto da Silva, o Fininho, ainda tocando bateria.Fernando Alves de Lima, o Monstrinho, tocando tan tan. Fábio Cesário Cocolette, o Fabinho fazendo voz e violão Antônio Fernandes Leite, o Fena, tocando surdo. Juliana Bandeira, filha do Luiz Carlos também faz parte da Banda Raça Negra, destacando-se como Back Vocal. Em seus shows Luiz Carlos abre espaço para uma linda participação de seu filho Rafael Bandeira.




2004

Em 2004, foi lançado o DVD em Fortaleza patrocinado pela Universal, onde até então os artistas eram os principais responsáveis financeiramente pelo lançamento de seus DVDs. A partir daí, Luiz Carlos líder e cantor da Banda Raça Negra, por opção continua fazendo seus Shows como de costume e inúmeras turnês pelo Brasil e exterior, enquanto elabora um novo trabalho. Diz: "Não tenho que aparecer com as mesmas coisas, mesmas músicas, tenho respeito com meus fãs. Quero mostrar algo novo, músicas inéditas. Meus fãs merecem o meu empenho e respeito."




2003

Em 2003, como convidado, Neguinho da Beija Flor, participa do disco "Duetos" no qual a Banda interpretou "Talismã". Neste mesmo ano, comemora-se 20 anos de carreira da Banda Raça Negra e foi lançado o cd "A vida por um beijo", disco que contou com oito composições inéditas de Luiz Carlos, entre elas, uma versão de "I Don’t want to talk about it" sucesso de Rod Stwart e liberada pelo próprio cantor, que na versão de Luiz Carlos ganhou o nome de "Vem me amar".




2002

Em 2002 a Banda Raça Negra em "Dueto" com Neguinho da Beija Flor, interpretou "Talismã" no disco, "Os melhores do ano III, da gravadora Índie Records. Neste mesmo ano foi lançado o livro "Velhas Histórias", memórias futuras, (Editora Verz de Eduardo Granja Coutinho. Neste livro o autor faz várias referências a banda e, neste mesmo ano, lançou o cd Raça Negra Samba Jovem Guarda, que teve a presença de Erasmo Carlos na faixa "O Bom" e foram inclusos vários sucessos da fase áurea da jovem guarda, todos em ritmos de samba.




1998

Em 1998 veio o nono LP e, em meados de 1999 o cd "Raça Negra Ao Vivo" pela gravadora Universal, voltando as paradas de sucesso.

Neste disco, a banda regravou alguns de seus sucessos "Deus me livre" (Darci Roni, Serginho Sol e Alexandre) "Estou mal" (Luiz Carlos e Antônio Carlos de Carvalho) e "Preciso dar um tempo.
(Luiz Carlos e Elias Muniz).




1995

Outras canções daquele ano foram "Te quero comigo" e Me leva junto com você. O sexto LP foi lançado em 1995, com os sucessos "Maravilha", "A vida Inteira" e "É tarde demais". Devido a explosão da Banda Raça Negra por todo país, em 1996 foi gravada a coletânea "Ao Vivo" com as principais músicas do grupo até o momento. Neste momento a Banda Raça Negra estava formada pelos integrantes: Edson Bernardo de Lima o Café que tocava tumbadora/ Fábio Cesário Cocollette voz e violão/ Antônio Fernandes Leite o "Fena" que tocava surdo/ Fernando Alves de Lima "o Monstrinho" que tocava Tan tan/ João Roberto da silva "o Fininho "na bateria e Luiz Carlos da Silva, voz e violão/ Paulo Isidoro "o Paulinho" no baixo e João Carlos da Silva o Gabú’ no pandeiro. Em 1997, Gabú deixou a banda.

A Banda Raça Negra fez uma grande turnê pelos EUA e Japão. O oitavo LP foi lançado também na Europa ,Ásia e África, com as músicas "Preciso desse amor" (Luiz Carlos e Antônio Carlos Carvalho) "É amor demais"(EliasMuniz e Luiz Carvalho)




1990

"A quebra de Tabu"

Quando a Banda Raça Negra começou, o samba era marginalizado, as pessoas pensavam que o samba só falava de gente que vivia em favelas, falando de polícia que subia e invadia os morros. O samba não era aceito, era mal visto. Alguns artistas famosos da época marcavam de ir em programas de TV, mas faltavam, com isso perderam o respeito e as pessoas começaram a pensar que samba era coisa de bar e bagunça.

O Raça Negra mudou a imagem ruim do samba e popularizou o samba em todo Brasil, foi verdadeiramente um divisor de águas. Foram eles que abriram o mercado que era fechado para o samba, transformando os anos 90 na época "ouro do samba". Eles foram os principais sambistas a serem a principal atração em casas de Shows famosas como Canecão e Olympia, que até então nunca teve o samba como atração em suas agendas.

As rádios FM nunca tinham tocado samba e, a rádio Transamérica foi a primeira a tocar com a música ‘Caroline". Raça Negra foi o maior fenômeno musical da década de 90. Revolucionou o samba incluindo em suas músicas instrumentos incomuns para o samba daquela época, os "naipes de metais".

Entrou para o Guines Book tendo 600 execuções da música "É tarde demais" em um único dia. O "Raça Negra" abriu as portas para o sucesso de muitos grupos que vieram depois deles e beneficiou muito a carreira desses grupos e cantores já existentes.

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